0:00uma parte das pessoas eu já vi por aqui. Eh, queria agradecer todo mundo. Coloca aí.
0:05Saiu bem na hora, né? Tava ali o tempo todo.
0:10Enfim, é o product faz parte da Mind Product, não sei se vocês conhecem, que é uma comunidade global de produto. E o Product ocorre em vários lugares do mundo e agora aqui na Estônia pela primeira vez. Acho que esse é o terceiro do ano. Se foi não, segundo.
0:30Só vou vou conseguindo.
0:33Vai chegar, vai chegar.
0:39Foi. Pode passar. ia ter que no gogó aqui.
0:41E aí, dessa vez na organização, é, sou eu, o Gabriel, que não tá aqui porque tá em São Paulo, mas é, acho que vocês já viram também por aí, a Adriane e o Diogo.
0:52Eh, a gente vai passar um videozinho também pra frente. Posso passar aqui?
1:00Vai funcionar não, né?
1:05E aí, enfim, como eu falei, a missão do product é promover colaboração e crescimento dentro das comunidades locais de gestão de produtos para impulsionar inovação e excelência. É um evento gratuito, é uma organização sem fins lucrativos, por isso que não cobra, etc. E a ideia é promover encontros da comunidade mesmo. Isso é super legal. A gente já vem fazendo aí há um tempinho.
1:27Agora eu acho que vai funcionar aí. Aí, e aí a gente tem um grupo no WhatsApp, eh, só pra gente comunicar também, quem quiser entrar, comunicar quando tem evento, comunicar algumas coisas. Eh, tem um grupo dentro do grupo onde o pessoal pode falar, mas eh tem um que a gente só manda os comunicados sem spam, sem nada. Então fica aí o para quem quiser entrar e ficar sabendo dos próximos.
1:57E aí o videozinho e super legal, a gente já No.
4:08Tá faltando o nosso vídeo, mas acho que entender aí é como funciona.
4:15É isso. O nosso vídeo vai entrar ali em algum momento, né? Tem um tempo. Ah, hoje hoje mais tarde.
4:21Sim. Se empolgem bem bonito pra gente sair no vídeo.
4:25E hoje, né, estamos aqui em casa para mim, pro nosso palestrante também, para muitos de vocês aí. Ah, deixa eu passar o slide pr tá dando pr verar a você.
4:40Vou virar um pouquinho só isso aqui para ver se ver se melhora um pouquinho.
4:45Você acha que vai ficar ruim no vídeo aqui?
4:47É, acho que é melhor do outro jeito.
4:49Eu aborrecer o cineastra mandou questionando.
4:53É, era só. E hoje aqui Menezes também tendo o prazer de falar em casa pra gente um pouquinho sobre esse tema badalado.
5:00É isso. Tô super animado. Obrigada pelo convite. Vamos que vamos falar um pouquinho de aião animados?
5:08Bora então. Vamos lá. Antes de eu me apresentar, fazer duas perguntinhas aqui. Primeira, quem que useá no trabalho aqui?
5:18Levanta a mão. Vocês estão me ouvindo bem? Tá de boa?
5:22Todo mundo, né? Que bom. Acho que se fosse alguns anos atrás, talvez menos, até porque as empresas não liberavam tanto aí pra gente usar, agora todo mundo todas tem. Agora quem tem uma IA ou usa uma LLM que consegue saber que nenhum item do teu backlog move a métrica que você prometeu entregar esse tri ou uma LLM que consegue identificar que a pesquisa que você fez lá em março responderia uma pergunta que rolou numa reunião de
5:54ou que você trava na hora de falar em público ou falar com a liderança.
5:59A a LLM que vocês usam hoje, saberia isso de vocês assim?
6:04De algumas talvez sim, de outras não, mas mãos levantaram, né?
6:14Então o o que a gente vai falar hoje, né? decidir, construir, se desenvolver profissionalmente os usos que que a gente consegue ter com EA em produto, em qualquer carreira, mas principalmente em produto aqui, tá? Sou Pedro Menezes, trabalho na Estônia há 10 anos, tenho 10 anos de produto também, eh, sou engenheiro eletrônico de computação, desenvolvedor aposentado, eh, e psicólogo também. Então, cabeça
6:43meio que dividida ou meio assim da exata e da humanas ao mesmo tempo. E é um prazer tá aqui. Mais uma vez obrigado pelo convite, obrigado pela presença de todo mundo. Sei que não é mole sair correndo do trabalho e chegar aqui essa hora, mas acho que é um momento muito especial para mim também de conseguir partilhar conhecimento com vocês e a gente conseguir trocar, ter essa troca super rica. Belê?
7:06Então, boa. Vamos lá. Antes de entrar no como e etc. Todo modelo de e a generativa tem três passos assim. Então, acabei de ver que uma TV ali, então não preciso ficar virando para cá. Eh, o input, que é o que você manda, processamento de outputs, né? Eh, e aí a qualidade do teu input geralmente traz a qualidade do seu output. Isso a gente já vem falando faz bastante tempo. Eh, eh, e no final das
7:41contas, a LLM, o que ela faz? Ela prediz a próxima palavra numa sequência baseado no que tem antes. Você é muito doido, né? Quando você fala com ela, ela conversa com você, eh, consegue fazer uma sessão de terapia quase com você ali, só predizendo a próxima palavra.
8:01Eh, é, é como se fosse o Google, né? Aí quando você põe lá, hoje vai ter jogos do aí vai falar Flamengo, né, Brasil. O Google ele prediz ali quando você vai pesquisar. Só que a LM é numa escala muito maior e ela prediz com base no contexto que ela tem, que a gente chama de context window.
8:22Eh, tinha muito desafio antigamente. Eu não sei como tá o chat GPT hoje, que faz um tempão que eu não uso assim, tem usado mais o cloud, mas eu lembro quando a gente conversava muito com o chat GPT numa sessão só, ele começava a alucinar assim no final, né? Respondia uma pergunta aleatória, não era o o cloud, ele já compacta, né? Porque de fato o context window ele tem um limite ali que foi aumentando no tempo. Hoje o padrão por volta de 1 milhão de tokens, né? Eh, existe um limite quando você vai conversando, quando você abre um chat,
8:51uma sessão ali, fica conversando sobre diversos assuntos diferentes numa sessão só. A cada pergunta que você faz, ela olha desde o seu olho lá de trás para responder a próxima palavra. Por isso que você, quando você abre uma sessão e fala de muitos assuntos aleatórios para ela se perder, é muito fácil, né?
9:10E no final das contas, a palestra de hoje toda praticamente vai gerar em torno do que você falou, contexto, como a gente dá o contexto necessário para Iapla fazer o melhor trabalho necessário paraa gente ou para ela nos nos desenvolver como pessoas de produto, tá? E aí rolou esse slide, eu botei, quando mandei para vocês, nem tinha, tava em São Paulo semana, aí acordei de manhã e aí geralmente eu ponho para, eu
9:39faço meu podcast ali de AI, eu peço pr meu cloud, meu cloud montar ali e o que aconteceu na AI nas últimas 24 horas. Ela me conta todo de manhã, todo dia de manhã, assim, por áudio e o áudio é igual texto, assim, né? Se você pede para fazer um áudio muito grande, ele começa a alucinar no meio.
9:56Muito engraçado, a voz começa a ficar muito É, então quando vai fazer um áudio, ele faz vários bloquinhos de áudio assim, geralmente é o quê? 20 de 20 minutos a meia horinha de ter de de áudio que fala sobre o que aconteceu na IA, so no mundo de LLMs e tal no último dia. E aí eu acordei e eu falo com o IA igual falo com pessoa. Ei cara, tranquilo? Eu ainda eu ainda fico botando, eu gravo, né? Uso flow, então eu falo muito com ela mesmo, né? Por voz. Eu acordei um pouquinho atrasado assim, eu falei:
10:24"Cara, ó, eu quero cria aqui meu meu radar de ai é o nome do negócio, que eu quero ouvir tomando café." E falo, né?
10:33Só falei assim e fui fazer minas paradas, botei a roupa, escovei dente. Aí quando eu volto, ela tava escrito isso aqui, ó. A geração de cada bloco está 90 segundos por bloco. Ontem foi 24 segundos. Nesse ritmo não fica pronto pro café. Vou paralelizar.
10:56Doideira, né? Porque ela ela tem muito contexto sobre mim. é meu assistente pessoal, isso aqui, né, do trabalho sabe mais de mim sobre eu do que eu mesmo. Talvez menos que o meu terapeuta, mas mais do que eu. E e assim e eh ela sabia que eu tinha reunião às 9 porque ela tava lado da minha agenda e eu, porventura eu falei que ia tomar, queria tomar café ouvindo e ela falou: "Putz, deixa eu paralisar para dar tempo". Se eu não tivesse dado esse contexto que parece que não faz muito sentido, porque eu dei até sem
11:26querer dar, mas enfim, ela teria me entregado o mesmo resultado, pô. teria me entregado 20 a 30 minutos de radar de AI bonitão. Diferença que aqui ela me trouxe no tempo que eu precisava e por um detalhe e um detalhe que às vezes a gente nem percebe que precisa dar.
11:45E aqui entra o negócio. A LLM sem contexto não sabe do mundo de cada um de vocês. Não conecta pontos, por exemplo, café com minha reunião, com o que eu queria ver de radar. e não sabe o que que é mais importante para você. Trata tudo com o mesmo peso.
12:05Na minha, meu assistente pessoal, ele me para direto, ele sabe onde eu tenho que focar e quando começo a desvirtuar muito, ele volta aqui, vai abrir outro projeto, cara, volta aqui. Eh, isso faz, isso traz uma diferença pro uso para caramba. Eh, e cabe a nós dar esse contexto da forma certa. Beleza? Aí tem um paralelo que eu faço direto que é imagina se a gente pudesse contratar, pega minha aguinha aqui, contratar uma pessoa de produto especialista muito boa, assim, pensa em pessoas que você
12:34admiram muito para sentar do teu lado e te ajudar no teu trabalho.
12:43Você chega e fala: "Putz, acabou de sentar no seu lado aqui: "Pô, me ajuda aí, cara. Preciso reduzir o turn 10% no meu produto esse tri".
12:52A pessoa vai falar assim: "Beleza, mas quem é você?" Tipo, "Beleza, qual seu nome? Quanto tempo você tem de carreira?
12:57Onde você trabalha? Como a empresa funciona?
13:01Como a empresa toma decisão? Qual o teu produto? Como que é teu produto? Que dor ele resolve? Quem é o cliente?
13:07Só depois perguntar isso tudo, essa pessoa especialista vai conseguir me ajudar. Certo? Isto é contexto. E quando uma pessoa pergunta, é, é normal. Para é a mesma coisa. para LLM é a mesma coisa. Ela precisa disso para fazer um bom trabalho, assim como uma pessoa especialista muito Precisaria.
13:29Show. Eh, e aí tem outro ponto aqui, tô falando de contexto e tem um outro ponto que é o comportamental, assim, a instrução que a gente dá para ela, porque essa pessoa, ela poderia chegar e falar assim: "Beleza, me respondeu todas as perguntas, fazer um plano para você reduzir o em 10%." e te dá, executa.
13:52Ou ela pode te ajudar a chegar nesse plano e ela só vai te ajudar a chegar nesse plano se você pedir que ela faça isso. Parece a mesma coisa, mas não é.
14:04Porque e eh ela pode te dar um negócio ali e você só executar, mas se você tiver que executar alguma outra vez, você vai que explicar para alguém o que você tá fazendo ou até para você executar da forma certa, você precisa saber como ela chegou ali. Então é importante que a gente peça para ela de forma seja intencional nisso, que ela te guie até lá, principalmente paraas pessoas, eu não sei quem tá começando no cargo de produto, eu sei do Ian que tá aqui no time. Eh eh, mas principalmente para
14:33quem tá começando, para quem sabe os pontos a se desenvolver. É muito fácil a gente chegar e falar: "Putz, faz por mim". E fechou. E para ela te ensinar, basta você pedir que ela ensine.
14:44E aí teve um caso real esse ano comigo assim a pouquíssimo tempo atrás, eh, que eu queria trazer para vocês, que ilustra um pouquinho essa diferença, né, de quando você dá contexto, quando você não dá contexto, a diferença da qualidade da resposta. Eh, eu tinha um desafio que era, tem um produto no time e a pergunta era: faz sentido investir nesse produto botar mais dinheiro? de alguma forma. E
15:11beleza, vamos entender.
15:14E o que acontece assim pra mesma pergunta numa ei que que tem ter contexto, que não tem ter contexto, no lado eh eh esquerdo aqui seria uma resposta padrão, né? Primeiro que ela começa falando, pô, excelente pergunta, pô, né? Excelente pergunta depende de vários fatores. Tã, sans taxa de crescimento do segmento, posição competitiva, margem de contribuição. Pô, quer que eu faça para você?
15:39Isso não é um padrão. Se você abre um chat novo, você vai falar: "Isso aí vai fazer". Agora se você dá um contexto certo, e foi mais ou menos que ela falou, falou para mim, é que noel, eu até porque eu não tirei print, né?
15:51Poderia ter tirado. Ela falou: "Putz, pelo teu contexto, a pergunta tá mal colocada. Calma aí, já me deu um pushback". Eh, eh, vocês já investiram duas vezes no produto e nas duas o problema era ativação e não produto. De fato, o cliente tava contratando, mas não tava usando, pô. Opa. Ó a diferença, cara. E concorda que não, ela não só tá me levando pro caminho certo, de certa forma, como também tá me fazendo refletir e aprender.
16:23Eh, e ela só conseguiu fazer isso porque ela conhece o meu mundo, ela tem esse meu contexto.
16:30Eh, uma curiosidade relacionar pro seu contexto, ela sabia, você disse para ela que não era ativação ou ela deduziu não era ativação?
16:41Perfeito. Tu quer que ele repita no microfone? Não precisa. Tá tranquilo.
16:46Não, é mais por causa do da gravação aqui.
16:48Ah, sim. Eh, boa noite.
16:51E a minha pergunta é, ela sabe o seu contexto?
16:53Eh, você informou para ela que o problema desse produto era ativação. Ela deduziu com o contexto que ela tinha sobre você que o problema foi a ativação.
17:03É um uma mescla dois. Por quê? Porque ela tem um contexto de toda a minha vida, assim e profissional, reuniões que eu participei, etc. inclusive das reuniões que liderados meus participam, não necessariamente eu tô. Então ela linkou as informações de fato de contextos gerais, mas por exemplo não tava ligada para uma ferramenta de analítica.
17:26Nesse momento ela não tinha ainda nisso porque ela sabia das vezes anteriores que outras pessoas executaram ou que meu time executou que tinha sido esse problema. Ela teve esse insight, sacou? Obviamente a gente tem que verificar. Ela fez isso aqui antes de ir correr atrás de dado.
17:44Ótima pergunta, inclusive, tá? E aí a partir daqui eu falei: "Pô, e aí não tá no finalzinho, bora investigar então se é difícil de fato." E aí foi atrás de dado. Aí já busca, pluga na Big Query, plugga na Warehouse, faz tudo isso, tá?
17:58Eh, mas é isso. Acho que a forma diferente, ela migrou para um caminho totalmente diferente do que eu ia. Isso aqui é ajudar a decidir.
18:09A primeira etapa do que eu trouxe aqui, né? E cara, cruzou, depois foi lá cruzar informação para caramba. E aí aí que ela vai mergulhando em tudo, cara. Foi em reunião, foi em base. Ela viu reuniões da turma que toma decisão de investimento, quais eram as objeções que eles já tinham sobre aquele assunto, sobre investir mais naquele produto. Levou tudo em consideração. Clusterizou em segmentos que a gente não tinha pensado como clusterizar.
18:35Eh, eh, e ajudou a tocar o a análise como um todo. Tem um ponto importante aqui que é é muito fácil você chegar e falar assim: "Putz, pesquisa para mim e ela vai buscar no banco de dados fazer um monte de coisa, mas você não sabe como que ela chegou lá". E é ponto importante que nem tá aqui no slide é: "Cara, uma das premissas que eu tinha e o time, né, fazendo essa essa esse essa análise, né, de de dados era ser tudo auditável, assim.
19:04Tem que ter o single source of truth. O pessoal até me zoou, pô, você fez com ai, mas tem um sheets com todas as as fórmulas, né, com todas as as queres, perdão, com todas as tabelas raw, com todas as continhas nos cheats. Cara, eu fiz ela fazer tudo isso, porque a cada coisa que ela fazia, cada análise, eu ia lá no só para entender se ela não tava viajando.
19:25Quem olha acha que foi uma pessoa que fez o time de Economic Research, por exemplo. Não foi, foi eu, o time com a ajuda da EAI, mas com essa cabeça de, cara, eu preciso que seja auditável, eu preciso, né? E ao mesmo tempo você vai aprendendo como que ela vai fazendo.
19:39Qualquer um agora consegue pegar e sa e seguir esse e eh esse estudo a partir daqui. Belê?
19:47Eh, eh, e, pô, chegamos numa conclusão e a conclusão era assim, vale a pena investir e aí e aí chegou um problemaço.
19:55Eu até falei com eles aqui, ó, que assim, porque senão eu vou falando para caraca, eu falo para caramba, me perco mesmo, né? Eu gosto muito de falar. E aí chegou o momento, putz, vale investir, mas eu precisava convencer a diretoria executiva ali, se pô, se a fou que a gente tinha que investir no negócio, eh, eh, no e na parte de canal, etc, né, de onbard e tal, eh, que a gente tinha um o produto que
20:25que servia o cliente, mas a gente não o cliente não tinha, não conhecia aquilo ali. E eu falei: "Caramba, cara, como que eu vou fazer para falar sobre isso com a diretoria executiva?"
20:37Assim, eu não posso ser prolixo. E aí imagino que alguns aqui, né, já tenham lidado, entrado em reuniões com pesso diretoria executiva. Cara, você começa pela conclusão. Se você começar a dar muito detalhe assim, já te corta no meio. É um tipo de comunicação diferente. eu que falo para caramba, eu falei, caraca, eu tenho essa dificuldade de fato. Eu desço muito no detalhe quando não preciso. Sou muito professoral nesse sentido. Eh, e ela sabia disso, pô.
21:04Por quê? Porque ela sabe não só do meu mundo, mas ela sabe sobre mim. Ela sabe minhas dificuldades, ela sabe onde eu me perco, onde eu sofro, onde eu travo. E aí ela, né, naturalmente tendo esse contexto, ela ajusta para poder eh me dar ali o suporte necessário. Eh, tem até aqui um exemplo, né? Mas como eu trabalho parte da de ser prolixo, como que eu travo? É como que eu gosto que ela me confronte.
21:37Então é a forma ela conhecer mais sobre você para entender como interagir com você. Isso é contexto também. Belê?
21:48E aí eu falei: "Pô, beleza". Ela falou: "Ah, então bora treinar porque eu sei que você sofre um pouquinho para falar e ser conciso." E ela me ajudou a decantar ali o material.
21:58organizar da forma certa, deu, trouxe o Pyramid Principal, comece pela conclusão, desça e eh falou: "Vamos ensaiar e ela sabe também que eu não gosto de ensaiar, inclusive eu não ensai para cá. Ela me deu vários esporros por dito. Eh, e ela ficava enchendo meu saco, mano. Tava chegando perto da reunião, ela: "Ó, é, depois de amanhã você não ensaiu ainda? Eu não, depois eu ensaio, ó. Depois chegou um dia anterior, cara, você não ensaiu ainda.
22:28Vou travar na tua agenda. Eu falei: "Caraca, beleza, vou ensaiar". Demorei um tempo, sofri para caramba, mas ensaiei, botei para gravar ali, comecei a falar com ela, tu, tomei um monte de feedback. Daí foi legal porque ela ela se colocou no papel do comitê, já previu umas perguntas ali que para me treinar, cara. Beleza, se eu fosse o CFO, perguntaria o quê? Se eu fosse a R, perguntaria o quê, etc.
22:54Eh, eh, eu fui lápis, botei para gravar, falei para caramba, comecei errada explicando como eu fiz o estudo em vez de falar o que que eu concluí com o estudo. E ela já me cortou, falou: "Cara, você demorou um tempão para falar, eh, até acho que foi uns 20 minutinhos, você tem que falar em 10, começa pela conclusão." Cara, você foi explicando muito no detalhe. Aí eu, caraca, já tinha sofrido para para falar.
23:16Falei de novo. Me ajudou para cara. Eh, porque de fato chegou ali na hora eu tive uma apresentação da forma que a galera executiva gosta de ouvir, né? Então isso aqui é me desenvolver, ser um exemplo só, né? E e não precisa de muito, gente, em real muito. A gente se surpreende. A o agente, né? a gente começou a usar
23:44agentes de água mais para esse ano, muitas pessoas. Eh, as empresas inclusive começaram a liberar mais, né? No ano passado estão tinha Jimni apenas. Eh, e eu já dava o meu contexto ali, cara. Botava pelo menos na instrução ali, criava um gem. Alguém usa gem aqui. Botava, criava um gem, botava as instruções ali, pelo menos com meu contexto. Era um contexto meio estático.
24:08Quando aconteceu alguma coisa, eu tinha que ir lá e botar na mão e mudar.
24:12Mas já fazia uma diferença danada na minha vida, né? Então, às vezes a gente começa, a IA é tão potente que às vezes a gente começa com pouquinho e ela já melhora as 80% da tua vida, depois você automatiza, depois você coloca o negócio a mais e tal. Eh, e aí eu costumo falar muito da diferença assim de uma IAI que tem contexto e de que não tem contexto.
24:33Então, se eu chamo Ari, fala assim: "Dri, vamos uma reunião comigo ali para falar de suitch de cobrança, aí você me ajuda a fazer ata, tu vai conseguir e tu vai fazer ata?"
24:45Talvez igual o do Gemini faz, quem usa aí que faz uma ata que não tem muito contexto, mas faz uma ata, né? Não vai ser a melhor ata do mundo.
24:54A aik tem o teu contexto, ela te ajuda a fazer uma pauta. Porque se eu chamo a mar aqui para fazer uma pauta de uma reunião do nada você não vai conseguir fazer uma pauta, pô. Por que reunião de que? Quem?
25:06A E que tem contexto, ela consegue fazer uma pauta para você. Se a tua ei tem contexto, ela tá no caminho certo de conseguir te ajudar de forma efetiva, porque ela vai conseguir propor para você o que fazer e não só ser reativa e falar e resumir o que foi feito, tá?
25:25Eh, aqui tem um exemplo eh de uma EAI, por exemplo, que criaria uma pauta utilizando as reuniões anteriores, pô. você vai pedir para te ajudar numa pauda, você manda lá, começa dessa forma, manda as reuniões anteriores sobre aquele assunto. Eh, e aí ela pode te cobrar, pode te ajudar decidir, pode te treinar.
25:47Então, ela consegue falar: "Putz, cara, ó, critério de corte do experimento é um dos temas. O one com o teu líder e eh você ficou de trazer, tá pendente a 7 dias, ela sabe que você tá devendo aquele negócio. O que que você travou?
26:00Faltou dado ou se você não tá tomando decisão?
26:05Dependência com time de risco, duas sessões é aberto. Segunda vez que escorrega, não tá andando o assunto. Quer, será que tá na hora de escalar? Será que tá na hora de você pedir pro teu líder para ele escalar o assunto? Você escalar com teu líder o assunto? Eh, como você abre a conversa nas últimas três sessões, você abriu com 4 minutos de contexto. Abre pela pergunta hoje.
26:26Sabe como você fez nas últimas, como você tem que fazer agora. A meia dá esporro para caramba para mim nos meus one assim, porque tem muito one man que eu acabo falando muito, eu me empolgo aí, principalmente quando tem ai no meio do assunto. Eu fico falando falando, falando, cara, mais um aqui 40%, 60% você falando showcase de AI, pô, muda isso aí, cara. Tem que ser menos, pergunta mais. Eu ajusto, né? Então ela ter esse histórico é extremamente importante e ela vai entendendo
26:56inclusive a sua evolução.
26:58Eh, eu tô falando disso tudo, vou mostrar mais ou menos como fazer. Eh, eu passei inclusive à tarde fazendo um negocinho para dar um suporte maior até, mas é isso. Comecem pelo básico, não precisa fazer. É uma parada, é um problema que eu que eu vejo assim, porque a gente fica muito empolgado, a gente consegue fazer muita coisa que a gente não conseguia fazer antes, né? a gente quer automatizar tudo, vai fazer tudo da melhor forma, às vezes não precisa naquele início. É, é segurar um pouquinho essa ânsia de querer fazer
27:26tudo. E vamos, vamos só dar um exemplo. Traz um texto, marca uma coisinha.
27:34Claro, fica à vontade que tem você fez um, ela te conhece bastante, né? E aí você fez um agente e a partir desse agente você coloca tudo lá. Eh, depois você automatizou e-mail, agendas, etc. Ou você sempre para, não sei, você sempre conversa e aí guarda as suas conversas. Não é um agente.
27:59É, eu tô usando um cloud codes, mas é mais de um agente ou não?
28:04É um que dispara vários. É, é um assistente pessoal. E nesse caso tem os dois, né? O que me ajudou a fazer lá o o que fez os bloquinhos antes do meu café é meu pessoal e no trabalho é o é o profissional. Aí você toda hora dá o contexto, você vai começar uma conversa, dá um contexto, ele vai aprendendo e aí que tá o pulo do gato, tá? Até ano passado eu usava muito a IIT mesmo, não usava gente, então eu colocava no instruction ali um contexto marretado, tipo era meu contexto. E aí se mudava meu
28:32time, uma coisa do tipo, ela editava, mas era aquele contexto, ela não tava aprendendo sempre, mas já era um ganho, assim, um negócio real para esse ano já. E pô, Cloud Code e os demais agentes, Codex e tal são muito potentes. Você consegue dar uma memória para ele eh mais orgânica, que ele vai aprendendo no tempo.
28:49Aí você criou skills também. Exato. Eu vou explicar um pouquinho mais no detalhe daqui a pouquinho, mas é nesse sentido, tá? Porque e aí ela não tem memória nativa, pô. No início, até bom você ter entrado nesse tema no e e já puxando um pouco para cá, no início ela não lembrava. Você falava com chatto, ela não lembrava teu nome porque ela nativamente não tem, né? E aí depois ela começou a lembrar o nome, etc. E mas é uma memória não estruturada, né? Ela não sabe quando aconteceu. Ela não sabe que
29:19você tava de férias e voltou. Ela fica meio perdida ali na memória não estruturada. Mas hoje a a os agents e cloud code, por exemplo, que é o que a gente vem usando bastante aqui, ele tem ele é bem mais potente nesse sentido, né? Então ele consegue manipular arquivos ali e já ir tomando decisão do que ele tem gravado, que que ele não tem. É, é mais fácil do que a gente imagina, tá?
29:43Eh, então aqui um pouco sobre desenvolver e aqui como construir. Esse tema eu vou deixar para aprofundar um pouco mais na roda, tá, de conversa. Foi o tema inclusive que eu apresentei aqui na Estônia, que aí me chamou para falar aqui. Eh, tem bastante coisa para falar disso, mas acho que a ela vem também para nos tornar builders, né?
30:04Eh, alguém que sabe, já programou na vida antes da IAI chegar, né?
30:11A galera que já programou agora voa, voa para caramba, mas muitos não. Então, cara, todo mundo pode construir, cara.
30:18Isso é muito muito maneiro, né?
30:21Eh, eh, só que aí que entra o negócio, cada vez mais, cada vez fica mais fácil da gente construir. o Opus 5 agora, o química 3 acabou de ser lançado, o negócio é assim, consegue fazer uma ficha de início ao fim numa rodada só, jogando sub agents. O desafio passa a ser o que construir, né?
30:44E é por isso que a fundação de produto é tão importante. É por isso que eu tô falando direto aqui que a gente tem que aprender com ela real, porque cada vez vai ser mais fácil fazer o que você quiser fazer, mas o que que de fato resolve a dor do cliente e o que se diferencia no mercado?
31:02Esse puzzle, ele depende muito mais do quê? Dos fundamentos de produto, pô, do que de fato da da do código que vai ser escrito ali, né? Eh, eh, mas até para construir a o seu agente, o que for, ele tem que saber, né, cara, quais são os padrões de projeto daquele código. Eh, como que o pessoal faz o PR, assim, já tomei aqui ter feito PR errado, fora do formato, pessoal.
31:32SPR, cara. Fala do formato, cara. É, tem que seguir o padrão do time, pô. As boas práticas do time. Isso depende de repositório para repositório, serviço para serviço. O que que é isso? Padrão, jeito de fazer PR, é contexto, pô. É o contexto para código, né? E aí é muito importante. Aí tem a gente tem se falado muito do spec driven development, que é você construir com
31:58AI, com a gente de AI. Eh, e caprichando muito ali na especificação, usando a própria AI para especificar, mas garantindo que aquela especificação tá muito bem feita, que ela segue os padrões do código, eh, e que vai passar por um PR, vai ser aprovado o PR, seu PR vai ser aprovado para uma pessoa, para um desenvolvedor ali do time, né? No final das contas, só tô dando a volta de que, caramba, tudo é contexto. Tudo é contexto. E como a gente dá esse contexto? Nossa rodinha, a gente fala um
32:27pouquinho de alguns e eh de alguns softwares, enfim, e é de spec Ben development para vocês começarem a brincar. Mas eu eu assim acho bem importante, cara, pega no computador pessoal ali e faz um negocinho. Muita gente tá começando a fazer automatizar planeja financeira. Eu comecei assim, o Ian começou assim. Eh, mas peguem para desenvolver, porque eh até tava conversando com a Dril sobre isso, quando a gente olha lá fora, né, Vale do Silício, etc, que naturalmente tá uns
32:56anos assim na nossa frente, um tempo na nossa frente, cara, PM Builder é o PM que vai do zero ou um da ideia, a construção do produto e que é dono do PNEL.
33:06Esse é o caminho que a gente vai seguir cada vez mais e começar agora é extremamente importante. Lembrando, ela consegue fazer por você, mas é importante que você aprenda é de fato o que que ela tá fazendo, tá bom?
33:20Eh, e aí o como é muito do que eu falei e o teu nome, desculpa.
33:27Maria Júlia. Maria Ju para Maju, que é cara é eh começar pelo básico assim, arquivo, arquivo de texto, um ponto MD, um markdown ali que a o humano consegue ler e a consegue ler muito bem, ela produz muito bem isso, né? eh arquivos de texto e eh um projeto no chat para quem usa o chat aqui ainda, enfim, com bastante ou só tem acesso ao chat, você consegue criar um project ali, seja no chat GPT,
33:56seja no cloud, coloca lá esses arquivos ali dentro, um documento vivo que você tá sempre ali e eh colocando na mão, esse esse arquivo estático já vai causar uma diferença danada assim na na produtividade de vocês, na qualidade. é de retorno que vocês vão ter ali, né, do dos outputs da e pode começar com uma página simples mesmo. Testem para quem não tem, cara.
34:23Põe ali quem sou eu, escreve um pouquinho como que a empresa decide, qual produto eu toco, quem é o cliente, quais são os meus desafios, onde eu quero me desenvolver, onde eu acho que eu sou bom.
34:35Docezinho, anexa e faz alguma pergunta, tá?
34:40Eh, e aí tem um ponto importante, contexto não é despejar tudo. Então, eh, tem quem contez, eu achei R$ 100 no chão. Aí eu sou essa pessoa, inclusive, pô. Então, tava em casa e tal, senti maior fome, falei: "Pô, vou na padaria e aí desci. Aí encontrei o seu Zé que meu porteiro lá embaixo, fiquei trocando ideia com ele, aí não sei o quê". Aí tava indo, encontrei 100 no chão. Eu conto assim, geralmente as coisas. Mas assim, qual o contexto que é relevante
35:07também, né? Eh, porque o contexto também muito aleatório, ele tira a atenção dela. Eh, eh, beleza.
35:18E e aí tem duas coisas que a gente falou de muita coisa que ela faz pela gente e tal, mas tem duas coisas que ela não faz e aí eu eu não canso de repetir assim, ela te devolve o tempo, né? trabalhos operacionais que você demorava um século para fazer, agora você faz rápido para caramba. Mas só você é você que decide o que você vai fazer com esse tempo que ela te devolveu.
35:45Eu já me perdi várias vezes, deixa eu botar aqui, ó, várias vezes assim. Esses dias daqui é real, ela me deu um esporrinho também, porque se vocês verem, cara, ela é bem rude comigo, mas ela me ensina bastante também.
36:00Eh, cara, eu fiquei lá fazendo um monte de querery, rodando um monte de querer com ela, vendo um monte de dado que não fazia sentido nenhum. Tomei numa decisão numa semana. Ela, no final da semana, ela falou assim: "Pô, cara, parabéns, fez quer para caramba, gerou um monte de HTML, mas não tomou três decisões que tinha tomado essa semana. Eh, ser analista de dados agora, cara, não tem uma zoado. Então é isso. Por quê? Porque eu escolhi ficar fazendo. É maneiro, né, cara? consigo pegar um monte de dado legal. Mas cara, a gente tem que
36:30ser assertivo com o tempo que ela devolve. Eh, e o segundo, que fala um pouquinho do que eu falei. E o segundo é uma frase que o Andrei Carpate fala muito, que é um dos principais cientistas de LLM no mundo hoje.
36:43É, inclusive, eh, André Escarpate, eu posso falar para vocês depois, coloquem no YouTube. Ele, cara, um cientista que compartilha muito bem conhecimento e adora compartilhar conhecimento com as pessoas. É um negócio muito legal, é um presente que a gente tem de fato. E ele tem falado muito isso aqui, cara. Você pode terceirizar seu pensamento.
37:05Agora é fácil de você falar faz análise pa pé pé, mas você precisa sentar e tentar entender aquilo e conseguir de fato de forma intencional estudar e entender como que chegou naquele lugar.
37:18Isso aqui é a frase que a gente tem que tudo tá mudando de carreira, tem pontos a se desenvolver. Todos aqui temos, né?
37:25eh eh querem se desenvolver com a ajuda dela. É a frase que tem que tá ali no postite na na tua mesa de trabalho, assim. Eh, e eu falo isso porque eu já errei para já fiz um negócio ali que cheguei numa reunião, não sabia explicar e ver você acha que sabe, né?
37:44Você acha você lê, caraca, eu aprendi mato maneiro. E chega na hora você não consegue explicar, pô, né? Ou você produz ali alguma coisa e você propaga aquilo que você produziu e não leu e tem um monte de coisa escrita errada. Quem que nunca recebeu uma documentação que, caraca, é gerador de lero lero do assim, né? que poderia ser resumida em um parágrafo.
38:07Eh, eh, então, cara, adoro essa frase. Eu tenho real assim, todo dia eu olho porque eu já me ferrei várias vezes. Eu sei que são piscar e demole, eu vou me ferrar de novo. Eh, e o problema é esse, ela propaga em doer, né? Decisões são tomadas erradas. Eh, então sempre se atentem a isso. Eu tenho meu tif of staffzinho e re que não é tãozinho assim, já tá, já uso para caramba.
38:34Tá. E aí eu tava hoje, né, de tarde falando com o Adri, falei: "Cara, todo mundo imagina que vocês vão querer que aí não usa, né? Vai querer chegar em casa, fazer amanhã já usar". Aí eu pedi pra EA e falei: "Cara, pega o meu aqui, dá uma destilada nele, deixa ele bem simples assim, cria um questionizzinho." E aí fiz o de tarde, é para quem quiser, tá? Botei lá no no GitHub, é só baixar.
38:57Eh, tem total de zero acessos porque eu fiz agora mesmo. Eh, mas porque e muitas pessoas aqui na Stone é legal porque são pessoas de todos os níveis de sanidade possível. Deve ter uns 15, assim, 15 a 20 pessoas tif of staffs meus que eu que eu ajudei a fazer aqui. Um deles é do Ian, inclusive, eh, sem contar os netinhos e filho deles que deve ter surgido por aí.
39:23Eh, e cara, mas como você fez isso meso? Caraca, cara, fiz nada. Criei um prompt só que era um interrogatório assim que a pessoa jogava prompt no cloud, por exemplo, qualquer outra LLM. Ele saí perguntando, beleza, quem é você? Não sei quem, não sei lá, não sei lá, não sei cá. Terminava de responder, ele montava as pastinhas bonitinhos assim, ó. Beleza. Aqui as decisões, contexto, pessoas, seus projetos, reuniões, pá, pá, pá. E se automodulava numa pasta.
39:53Eh, eh, e aí, enfim, eu fiz um negocinho um pouquinho mais rebuscado que o prompt e para vocês e usarem, testarem. Eh, acredito que vai ajudar bastante. E aí, entrando um pouquinho no que a Maju falou, ô Maju, eh, cara, existem diversos diversas formas de você dar uma memória estruturada para tu IA. Pô, eu comecei o ano, depois do meu appinho financeiro, eu fiquei
40:21fazendo um sistema, um SDK para memórias de agente de e fazer um monte de coisa. E gastão fazendo isso. Foi muito importante que eu aprendi para caramba. Mas no final das contas, o que que eu uso hoje? Arquivo Markd dentro de uma pasta. Eu abro o cloud code dentro da pasta porque o modelo tá ficando tão inteligente. A gente tem tantas ferramentas hoje que ele consegue se virar aqui, ó.
40:46Não tem, não tem. Meu Deus, nada mirabolante, banco de dados do do da memória. Não, inclusive saiu um artigo esses dias que fala, é um artigo triste para quem constrói STK de memória, ou seja, para mim que que construía, que era, caraca, vários testes que eles fizeram e que nada tá ganhando. Nenhuma SDK dessas famosas memo, nada do tipo, ganha do de arquivo Markdown,
41:13de arquivo fet e arquivo ponto de texto.
41:18Aí o Tif of Steff é uma prova viva, ele tá se virando pr caramba, conseguiu me ajudar a fazer e tomar uma decisão muito importante de um produto nosso aqui, tá?
41:26Então é, tem um, vou compartilhar com vocês, tem o Qcodezinho no final, tá? É, mas quem não quiser usar nada do tipo, só cria o arquivo, põe uma pastinha e e utiliza sozinho, tá? E aqui tem até um exemplo. Fiz hoje, criei uma pessoa, uma pessoa PM fake para poder testar, n?
41:47funcionava o negócio, porque, pô, e aí eu fiz uma pergunta, falei: "Cara, é uma pessoa de produto aqui da Stone, né?" Aí eu fiz uma pergunta, cara, o comercial fechou com uma rede de 80 restaurantes e já prometeu exportação do extrato no Excel no formato? Não entendi, formato da RP deles. O contrato assina sexta e eles estão cobrando data. O que eu faço?
42:07A pancada que eu que eu recebi? Você está tentando responder a pergunta errada. A data não é o problema. O comercial vendeu teu escopo do seu roadmap sem você. e dar data agora ratifica a venda como se fosse um compromisso, como se esse compromisso fosse seu. Depois ele me falou, aí depois ele me ajudou, tá? Ele bate, mas depois ajuda. Falou: "Ó, sugiro que você faça essas perguntas aqui, ó, responde dessa forma para ele.
42:31Eu sugiro que você responda e tal". Ele só dá essas um pouquinho direta ao ponto. Eh, eh, mas cara, faz a gente refletir para caramba. E aí para quem for usar, acho que tem até no iniciozinho ele, acho que o lance da EAI é isso, ela se constrói, ela, enfim, ela se automodula. Então, cara, peça para ela mudar. Ah, tu tá rude demais, para de me maltratar, pô. Então, você tá bonzinho demais, para de ser
43:01bonzinho demais. Ela vai, tá, vai, vai se automodular nesse sentido. Essa aqui é do cloud.
43:08E, eh, tem o Cloud MD ali, para quem, não sei se todo mundo conhece, mas, né, o Cloud MD é o arquivo, quando você abre o agente ali dentro daquele diretório, primeira coisa que ele carrega intrinsecamente é o Cloud MD, ele coloca esse cloud MD no contexto dele antes do teu, né? Então, é a persona da da do Tief of Staff que eu tô chamando é esse cloud MD. E se você pedir para ele ser tal forma, de tal forma, para de falar, usar travessão, para de ficar falando
43:37isso não é X, é Y, né? Eh, esse aqui eu já botei, tá? Então, fiquem tranquilo.
43:43Eh, se você fala que ele vai se automodulando e é esse negócio não tem, cada pessoa funciona de uma forma, né?
43:49Cada uma pessoa toca o teu produto, o teu time para quem for líder aqui de uma forma. E a isso aqui vai ser o seu segundo cérebro, o cérebro do teu assistente, ele vai se modular da forma que você trabalha, pô.
44:01né? Eh, o nem meu, por exemplo, já não é mais assim, ele já mudou e se eu mudar, ele vai mudar junto. Belê?
44:10Eh, e três coisinhas, não sei como que a gente tá de tempo aqui, três coisinhas para pra gente sair. A Iá, que de fato te ajuda a chegar no resultado que você quer. É aá que tem o teu contexto. Essa é a palavra do dia. O entendimento, entender depende de cada um de vocês. Eh, e não deixa para amanhã não, real.
44:37Eu eu falo que eu sinto fomo invertida de caraca, eu preciso que essa pessoa esteja vivendo o que eu tô vivendo, porque tá muito legal, né? Eu sei que muitos de vocês estão vivendo também. É, imagino que todos é fom invertido. Mas é isso, comecem a usar, vai fazer uma diferença na vida de vocês, no desenvolvimento de vocês, beleza? E contem comigo também nessa trajetória.
44:59Todos têm o meu LinkedIn ali, me mandem mensagem. É um prazer estar aqui com vocês. Obrigado.
45:12Bom, gente, primeiro obrigado de novo ao Menezes, por essa por essa palestra. É super legal mesmo. A ideia agora é a gente sentar aqui, trocar uma ideia, ter algumas provocações, perguntas e aí depois obviamente todo mundo pode pode perguntar também.
45:28Com certeza. Bora sentar aqui então.
45:30É só pegar minha aguinha aqui. Eu tenho água aqui já, né, pessoal? Quem quiser tem, botei o Qcodezinho aqui do Git para quem quiser. Ixe, ficar com
45:58Pedro. Acho que a minha primeira pergunta barra provocação é o seguinte, cara. como líder de produto, né, você não gerencia só PMs, você tá lidando com time e desenvolvimento, né? E essa experiência da IA, ela é uma experiência muitas vezes solitária, né? Como que você imagina o PM e o desenvolvimento de produto, né, continuando a ser colaborativo e multidisciplinar num, né, numa era que a gente tá cada vez mais dentro da IA? É, não, isso, isso é uma
46:27pergunta bem importante, né? Eu eu me peguei esses dias quando ela trouxe aqui sobre você fez 20 queres, né? E eu me peguei falando: "Caramba, cara, faz um tempo que eu não falo com picote, o picote é um super parceiro meu que é do time de analytics aqui. Acho que ilustra muito bem o que você tá falando, né? É um desafio, de fato. Eh, mas nada substitui, né, de fato, o conhecimento específico que as pessoas têm eh aqui dentro e a relação de fato
46:57cabeças pensantes, né? nesse nesse nessa direção. Então, eh eh a IAI ela pode te carregar para esse para esse lugar específico, solitário, mas é importante, assim como eu falei da gente querer aprender com ela e não pegar de mão beijada, a gente lembrar que, cara, somos seres humanos, somos pessoas. É, e a Iá não é uma um ser humano criativo, ela não pensa igual a
47:24gente. Nada substitui de fato nossa nossa mente, pô. Nunca vai substituir.
47:30Eh, mas assim, é no é algo tem que ser intencional, real. E isso que é intencional, né? Você compartilhar, você trazer as pessoas pra discussão, você mostrar o que você fez, você mostrar como você fez. Eh, a partir do momento que você tem isso na cabeça de partilhar conhecimento, de trazer, eh, você não abre mão, né, da relação, mas é algo que você tem que ser intencional de fato.
47:53Eh, como eu falei, eu me peguei pensando isso esses dias, sabe?
47:57Então, nada substitui. Acho que isso é o lance. E aí tem um ponto que a gente falou mais cedo, rapidinho, até para fechar, que é se eu posso dar uma dica para todo mundo aqui, cara. É, estudem fundamento da EAI.
48:10Foi que você mais cedo, né? É porque ela é tão envolvente, tão bizarra que a gente tá vivendo, que a gente de fato acha que ela é o que ela não é. Assim, a indeterminística, probabilística, eh, ela tem diversas limitações.
48:29Se eu se eu pergunto, por exemplo, minha mãe, ela não vai saber como funciona, ela vai, com certeza vai achar que a faz muito mais do que ela faz de fato, né? E aí quando você começa, quando você conhece mais os fundamentos da EAI e as limitações que ela tem, fica cada vez mais claro que, cara, isso aqui vai sempre existir. Isso aqui extremamente importante, né? É, cara, o que a gente tava falando mais cedo como profissional de produto, você tem que conhecer a tecnologia que tá por trás do seu produto ali. Mas essa talvez
48:57seja uma é é pr além da nossa compreensão, porque cara, um modelo, né, como os o GPT5, por exemplo, né, que já nem é mais um modelo tão tão impressionante assim, tem trilhões de parâmetros, né, cara, e vetorização e tem muitos conceitos que são muito abstratos pra gente que a gente nem consegue eh compreender. Então, acho que é um um grande desafio mesmo, mas a gente precisa pelo menos entender, né,
49:22de uma forma geral. Eh, cara, a segunda pergunta aqui pra gente trocar uma ideia, cara, é assim, acho que tem muita coisa que a gente tá delegando para Iá, né? E mas eu acho que quando eu vejo tua apresentação, eu vejo que tem muita coisa que a gente ainda, né, tem muito para acrescentar, muito valor ainda. E eu acho que uma delas que é bem interessante, cara, eh, para além dos fundamentos do produto ali, é uma
49:51autoconsciência, né, um conhecimento de si mesmo, assim, tipo, né, quando você chega ali e fala: "Pô, eu falo demais, né, ou eu travo aqui ou preciso, né?"
50:00Então, eh, que que habilidades, né, que acho que especialmente as soft skills, você acha que a gente tem que continuar cultivando, né, dentro dessa era de É o o tem um negócio que eu comecei a usar IA eh para caramba assim desde o início. E eu tenho um negócio meu assim que é eu gosto sempre gostei de dar contexto.
50:29falei aqui no negócio da nota, eu falaria daquela forma real, assim, eu e o meu irmão, a gente é muito parecido nisso, inclusive. Eh, eu sempre gosto de dar contexto para me dar uma agonia, eu ir direto ao ponto assim, eu preciso que a pessoa entenda e sinta um pouco do que tá acontecendo. Então, para mim foi muito natural eu conseguir extrair o melhor os melhores outputs, porque isso para mim era natural e eu comecei a perceber que para muita gente não era.
50:53Né? Eh, não à toa. Nossa palestra hoje foi aqui 40 minutos. falando de uma palavra, contexto. Eh, eh, contexto, ele vem de comunicação, né, cara?
51:05Não tem jeito. Eh, você precisa da mesma forma que você precisaria paraa especialista de AI ali que sentou do teu lado para te ajudar a trabalhar, passar aquela informação, se comunicar bem, passar a informação de forma correta para ela te ajudar com aí assim é muito similar, né? E aí eu acho que acaba sendo a partir do momento que que essa fronteira entre tecnologia, né, o desenvolvedor e a pessoa de produto,
51:32ela vai e eh se entrelaçando ali, né, vai sumindo e tal, eh o desafio acaba sendo esse assim, eh como que a gente comunica bem o que tá sendo feito e comunica bem com ela, sabe? várias pessoas de tecnologia brilhantes assim que eu vejo eh nesse caminho do que a I tá tomando, cada a pessoa ela vai ter que aprender se comunicar melhor, sabe?
52:00E vice-versa também. Então essa essa habilidade de se comunicar é extremamente importante assim, acho que é acima de tudo, não é? Porque a gente tá falando com robozinho que a gente pode falar de qualquer forma, né?
52:12Sim, sim, sem dúvida. É, a última antes da gente abrir para todo mundo trocar ideia com a gente também. Eh, você trouxe isso na tua palestra, eu acho que é uma coisa que todo mundo tá ouvindo aí, né, que o que o PM vai virar builder, né? O PM tem que entregar código. Você entra lá, cara, vai se candidatar uma vaga daqui a pouco. Agora já tem link pro seu repositório no GitHub ou coisa parecida, né? Eh, como que você, cara, enxerga essa transição?
52:39Eh, né, até pensando nos profissionais que você mentora? né, que você ajuda a desenvolver, né, e como que a gente evita que isso seja uma outra distração, porque, né, essa cadeira de PM, cara, ela é muito ampla, né? A gente tá tá lidando com muita coisa. Há um tempo atrás o o Martin Kagan falou que isso eram dois trabalhos, né, que você trabalha para duas pessoas, né? Como que a gente evita que isso se torne uma distração, eh, né, pensando pra nossa carreira mais pra frente?
53:07É, é uma ótima provocação assim. Eh, é porque tem um negócio que de fato a gente agora, né, já consegue construir coisas que a gente não conseguia. Eh, pessoas que nunca desenvolveram conseguem criar de fato sistemas e softwares.
53:25Mas no final das contas, para que que a gente tá fazendo isso tudo, né? Para resolver a dor do cliente, para resolver a dor de alguém, né? Por que que foi criada uma caneca com o pegadorzinho do lado para não queimar tua mão? Se a gente não, se a gente não tem isso claro de o por que a gente tá trabalhando, por que que a gente tá fazendo, a gente vai se perder. Vai de momento que você tem claro que, cara, o seu o seu objetivo de
53:53fato é ajudar alguém a fazer algo de uma forma mais eficiente, de uma forma melhor, eh você fica mais imune a esse tipo de distração, né? E acaba sendo maior desafio também, porque você acaba no final das contas, né? É muito, é eu fazendo várias coisas, você fica muito empolgado e fazendo várias coisas, mas eu consigo fazer. Mas é isso, é sempre o foco no como resolver a dor da pessoa, assim, eh, no nosso caso aqui, a dor do cliente e isso
54:22deveria ser te blindar de de perder de porque no final das contas daqui a pouco, cara, codar vai ser extremamente rápido, inclusive para pessoa de produto, né? O o tavam falando aqui o Gui, que no iFood, né? No iFood já pessoal tem diversos agentes para codar, tem guerra de quem tem mais agente, caramba. Então, acho que a gente vai passar muito rápido por esse lance do desenvolver. O governo vai ser muito mais simples, vai ser, ele pode tomar um pouco mais de tempo da pessoa de produto, mas daqui a pouco vai ser rápido para todo mundo. Agora
54:51entender o que fazer, o que construir, que é o principal desafio.
54:55É, eh, eh, e, e o que construir tá em cima de entender que você quer resolver, né?
55:01Eu acho que esse é um ponto super interessante, né? Eh, acho que tem aí um monte de gente que diz: "Ah, não vai ter mais profissional de produto, não vai ter mais PM, vai ter 2030, né?" Eu acho, acho que é o contrário, né? a gente quando se torna cada vez mais fácil de construir, você precisa, né, de alguém que tem os fundamentos, princípios, né, eh, do produto pra gente entender o que construir. Mas eu também penso que, cara, se a barreira não é mais construir um bom produto, né, porque essa barreira
55:30de entrada, né, vai se tornar cada vez menor, é assim, cara, qual o produto que tá resolvendo o problema da melhor maneira e talvez a pessoa de produto, eh, eu acho que vai ter um foco, não só do lado da tecnologia, do código ali, mas eu acho que cada vez mais de negócio mesmo, de entender assim, cara, como que eu boto o produto no mercado? Isso tem distribuição, né? É, como que esse produto vai chegar nas pessoas que vão e tracionar, vão fazer isso tracionar e dar certo, né?
55:58Sim, mas as desastências mesmo. Mas é isso, é muito é e eu acho que o negócio do, só aproveitando rapidinho, é que essa facilidade de construir hoje em dia, né, ela ela começa a deixar mais claro pra gente aonde estão os problemas nas outras etapas do processo, né?
56:16Putz. Eh, pô, agora a gente desenvolve muito rápido, mas, pô, para conseguir testar aquilo sandbox, tem que fazer sei lá o que, sei lá o que, sei lá o qu e para subir o depósito, tem que fazer não sei o que, sei não sei o que, demora muito mais tempo para fazer isso. Ou você consegue chipar algo muito rápido, mas você não tem um processo de como você coloca, faz o marketing daquilo direito, né? Então, e acho que essa essa velocidade do desenvolvimento da construção de software, ela evidencia problemas em outras etapas do pipeline
56:43de produto e desafio, né, outras etapas e fica cada vez mais evidente.
56:51E aí, galera, quem quer trocar ideia com a gente?
57:00Eh, boa noite. Eh, excelente conversa.
57:05Eh, o comentário que gostava de fazer é que eu acho que a Suia queria treinar a sua entrevista, ela teria tokens. É assim que ela se alimenta. E é uma preocupação minha em relação ao contexto. O contexto é importante.
57:23Pelo que eu entendi, você tem dois agentes, um pessoal e um da empresa. E eu ve essa discussão por alto pelo YouTube, pelo Twitter, que parece que alguém da Microsoft falou que as empresas roubam parte dos seus dados. Eu achei estranho que eu achava que pelo menos LM corporativa era protegida, mas enfim. Eh, se isso não for verdade, como você explicaria isso paraos seus gestores que a EA não está roubando seu contexto, roubando informações da
57:52empresa? E se for verdade, como que as pessoas podem se prevenir? Se, por exemplo, se a sua, a conta eh da empresa tem proteção, mas o pessoal não tem, como ela pode lidar com esse contexto pessoal dela? É, não, isso é é um desafio assim real.
58:10Acho que o empresarial a gente tá, né, mais acostumado em relação a isso. De fato, putz, existem políticas ali, eh, que as grandes empresas têm que seguir, tipo Antropic, Open AI, eh, quando pelo contrato Enterprise. Então, acho que o próprio necessidade baixo, tá baixo. Acho que a própria necessidade ali de crescer no mercado Enterprise, que é por por meio de muitas delas estão crescendo agora, né, faz com que elas
58:39têm que se atentar a isso. De fato, não segurar o dado da empresa, senão ela vai perder cliente, vai perder as empresas e acabou. Mas pro pessoal um desafio maior, né? O que que de fato garante.
58:49Eh, mas acho que como tudo hoje em dia, assim, a privacidade hoje em dia e se tem muito menos e no limite a gente tem que confiar, né, cara? desativa, eu desativo ali. É não não utilizar minhas conversas para treinar se eles vão seguir ou não. Acho que a base é que na confiança não tem muito o que fazer.
59:09Imagino que se descobrirem que usa vai dar um bafafada. Então eu creio que pessoal de fato não pega. E e é isso. E e aí acho que esse lance de você ter a memória local também ajuda para caramba.
59:23Então eu desativei minha memória do cloud, desativei minha memória do chat GPT. A memória que que é utilizada na que ele utiliza é o que tá na minha pasta, no meu arquivinho, no meu computador, que ele acessa ali uma vez para poder me responder. Ele faz o grapzinho dele, pá, pá, pá, e me responde e volta, tá? Eh, então assim, você tem que lidar com esses ferramentas que você tem, né? Então assim, acredito que vale a pena todo mundo tirar lá a parte de compartilhamento,
59:51mas é um desafio de fato.
59:54Só para complementar, acho que esse é um tema super interessante. Eh, minha última, meu último trabalho foi na Click, né, que é uma plataforma de assinatura eletrônica. E e a gente tinha muitas ambições ali dentro do meu time de trazer novas experiências de IA e a gente começou a esbarrar nas objeções dos clientes mesmo, tipo, não, você não vai usar meus dados para treinar seu modelo, seu agente, né? E acho que especialmente B2B, né? Onde o cliente tem ali muito muito poder, muita força,
1:00:22né? Esse esse é um é um tópico bem bem sensível mesmo.
1:00:31Bom, pessoal, boa noite. Me chamo Isabela, trabalho hoje como PM no na OLX, PM de fraude, inclusive, bem tranquilo.
1:00:42Eh, só para compartilhar, acho que na verdade não é nem dúvida, né, mas pra gente trocar uma ideia sobre dois pontos. O primeiro é um aprendizado que eu tive muito recente e por mais óbvio que pareça assim me bateu quase como um soco, que é como que a gente pode utilizar IA ao nosso favor no contexto de produto.
1:01:03Pergunta pra Iar. Simples assim. E isso me ajudou muito e abriu muito a minha mente, porque de fato tem hora que dá tela tud do Windows, você tem um monte de skill, um monte de agente, enfim, você tem ali um mundo na sua frente e bate uma tela azul que você fala: "Tá, mas agora para onde eu vou?"
1:01:20cara pergunta assim, fala: "Não sei mais o que fazer a partir daqui."
1:01:24Possivelmente, se você perguntar por tudo que ela vai te conhecer, por todo o contexto que ela vai ter do seu trabalho ali, da sua vida, ela vai conseguir com certeza te dar ali alguma hipótese minimamente para você seguir. Então, acho que é um ponto mega válido. E o outro eh acho que tem uma discussão e é que eu acho que a gente tá num ambiente bem seguro pra gente falar, né? Mas se tem essa discussão, acho que você até mencionou sobre futuro, né? né? Então, ah, PM vai morrer, a IA vai tomar o lugar do PM e engenharia também tem a mesma discussão, né? Engenharia vai
1:01:53morrer agora, o PM que vai codar e tal.
1:01:55Então, enfim, é uma guerra aí que a gente não sabe onde vai chegar, mas eu acho que uma coisa incontestável é o como a IA tem ajudado a gente hoje para ser mais independente no nosso trabalho como produto. Assim, eh, eu tenho um relato próprio, assim, antigamente eu dependia muito, sei lá, do time de dados que tem uma pipeline sempre cheia, um monte de análise lá na fila, para eles me entregarem alguma análise para eu conseguir ter um pouco mais de contexto, um pouco mais de profundidade na decisão que eu precisava tomar. Eh, em contrapartida, você também
1:02:24precisava do design para desenhar um protótipo para conseguir mostrar ali de fato qual era a sua ideia, né? Colocar ele no papel. Aí você tinha essa dependência. Hoje lá na OLX a gente usa o Kiro, não sei quem aqui conhece ou se usa e cara, virou meu Kiro querido. Eu aprendidei ele carinhosamente, assim, é um maravilhoso.
1:02:43Eh, e hoje de forma autônoma eu já consigo fazer uma análise de dados, eu já consigo fazer um protótipo ali de baixa prioridade no MIR ou até no Figma da Vida. E aí fora as outras coisas que ele acaba ajudando a gente, né? Então, de fato, hoje o meu trabalho não ficou mais fácil, mas ele ficou muito mais profundo. Então, muito disso também veio do primeiro ponto que eu falei, perguntando como que ele podia me ajudar cada vez mais. Então, cara, travei aqui, precisava fazer um protótipo, não sei como que eu vou fazer um protótipo, tá bom? Eu te ajudo. E aí ele vai
1:03:13destravando aos poucos, tá bom? Mas para compartilhar.
1:03:16Não, é legal demais. E tem um negócio que falou duas coisas, né? Eh, eh, eu vou começar pela última, que acho que linca muito com o que você falou, né, de distanciamento das pessoas, tal. De fato, a gente consegue fazer várias análises, mas a a pessoa que eu falei que eu tava me sentindo distante, eh, que era de dados, quando eu falava com ela, tive um papo com ela anteontem e foi ótimo, assim, ela tava estudando o estudo que eu fiz para poder fazer outros estudos e me ajudar nele também,
1:03:46n? E fazer outros desse tipo. Então, olha isso, né? É, é, é, no final das contas, é, a gente mais capaz de fazer coisas que antes a gente não conseguia, mas o mais importante é, cara, compartilhar.
1:03:58Afinal, é isso, né? Todos em prol da mesma coisa. Partilhar o conhecimento, é trazer, cara, olha o que eu fiz. É isso que mantém a relação viva, entendeu? É isso que faz a diferença. É por isso que a gente tá aqui, pô, né? Eh, mas é isso aí. sobre a primeira coisa que você falou. Eh, é engraçado, às vezes a gente esquece com potente o negócio dela, né?
1:04:19Doide fica quebrando a cabeça ali. Você perguntou para ela. Eu falei: "Caralho, Tem um caso engraçado aqui de uma pessoa porque admiro para aqui na Stone. Uma pessoa fez um, sei lá, um negócio de agota de agentes absurdo assim, era muito assim. E aí eu tava esses dias um tempo atrás aqui com ela falando, falei: "Porra, cara, fiz uma análise aqui no Big Query".
1:04:43Aí ele, pô, como que você instalou o Big Query na no cloud Code? Eu falei, mandei, instala aí para mim.
1:04:51Aí ele, caraca, é Não, claro. Aí ele falá, pegou o notebook, botou, aí começou, aí ele, ó, aqui, aqui, tá instalando mesmo. Falei: "Pô, tá, tá, vai instalar". Aí botou ali, né?
1:05:03Aí foi, instalou ele. Caraca, ó, pediu para eu fazer uma uma pedi um número qualquer, né? Uma query para testar. Falei, pede qualquer coisa aí. Ele, pra tá aí falou: "Ah, acessa a tabela". Falei: "Não, acessa a tabela, não. Pede qualquer coisa para você ver. Só pede assim, cara, qualquer coisa. Ele, ah, qual que é, sei lá, maneim de Pix, boleto, sei lá. Falou, sem falar nada. Falei: "É, sem falar nada, cara".
1:05:27Aí ele, pô, mas aí ele pediu, aí o cara, aí o, aí ela começou a fazer, ela falou assim: "Ah, você tem a tabela?" Aí ele, eu vou falar a tabela. Falei, não fala, fala, se vira. Eu queria mostrar para ele, né, o quão potente era. Não façam isso porque gasta token para caramba.
1:05:40É, mas o meu objetivo é é mostrar, né?
1:05:44Aí eu falei: "Não, cara, fala assim: "Se vira". Ele: "Porra, maior rud, falei: "Fala, se vira, se vira, mano". Bichinho foi lá, buscou o catálogo do BQ, achou onde tava tudo sem falar nada e deu lá o maninho de boleto no ano. Então, às vezes a gente perde, né, essa ideia, caraca, gasta um tempão fazendo um negócio que a Iá consegue te ajudar a resolver em dois segundos.
1:06:04Acho que é interessante o negócio que assim, à medida que a gente vai, né, ganhando experiência como profissional de produto, a gente vai entendendo que e cara, né, quando a gente se torna o líder de produto também, cara, que o mais importante é fazer as perguntas certas, né? E eu acho que essa é uma habilidade que é fundamental quando a gente tá usando a IA, né? Mesmo quando você não tá usando a IA de uma forma tão eh e avançada, vou chamar assim, né?
1:06:30como Menezes estava falando com agentes, isso, aquilo, outro, né? Tá usando ali no chat o Geminar, notebook LM. Eh, você precisa, como profissional de produto, entender que perguntas que eu vou fazer ali, né, dentro do meu contexto para para te, né, isso para abrir outras oportunidades. Eu acho que para mim, pessoalmente, eh, cara, eu uso bastante e a hoje e é desses dois contextos
1:06:57assim, né? um para eh me entregar ou me dar habilidades que eu não tenho, né?
1:07:02Tipo, ah, cara, escreveu uma query inquel complexa, cara, não tem esse esse background, né? Mas hoje eu consigo fazer isso numa boa, né? E e o segundo é como essa, né? Esse eco, nesse sparing partner assim, tipo, nessa outra pessoa que você chega ali e fala: "Pô, ó, tô pensando nisso aqui." O que que você acha, né, dentro desse contexto, com esse objetivo, né? né? E aí às vezes é isso, às vezes vem umas coisas que você tem que, né, como a gente tava falando,
1:07:30tem que olhar pr os fundamentos, falar assim: "Não, não tem nada a ver isso, né?"
1:07:35Mas eu acho que às vezes vem coisas realmente que você, né, que você não tinha pensado antes.
1:07:39É isso. E e aí aí ela aí aí ela tende a te validar sempre, né? Que aí há quem diga que ela aprendeu com com o material que o ser humano criou e o ser humano é assim. Por isso que ela fala: "Opa, excelente pergunta". Porque ela quer agradar. Mas, mas é isso, você usar como uma pessoa, né, como alguém que tá ali, alguém é f, mas como, né, alguém que tá ali, é, te retrucando, te questionando, tipo, é extremamente importante.
1:08:07Essa aqui para quem for usar, você vai ver que ela pega no pé mesmo. Vocês viram aqui, né? Aí, ó, o Ian tá falando ali porque ele deve est uma patada a cada 5 minutos.
1:08:17É isso. É, tá vendo? Então peçam se sentirem, mas assim é vez tem que eu tive que insistir, cara, eu quero que você faça para mim. Ela falou: "Não vou fazer porque senão não precisa ser feito por você, cara". Falei: "Não quero que você faça, tô mandando". Ela vai lá e faz a esteira essa iá que que te questiona às vezes dói um pouquinho, mas é isso que faz a gente se desenvolver, cara. Real.
1:08:39Só uma enquete rápida aqui, porque eu acho, pode ser que seja uma impressão minha, que o Cloud é mais adversarial do que o chat BT e o Gemini.
1:08:51Quando eu usei o Cloud, eu pedi para chamar de Claudinho e não deixou.
1:08:59É, eu fiquei assustado.
1:09:02É, o geminar eu tenho que constantemente, depois eu crio uma uma gem, ajuda, mas constantemente você tem que dizer, tipo assim, ah, senão a te dá sempre, não, isso aqui tá 95% e vai dar certo. Tipo, não é exato.
1:09:17Boa noite. Eh, meu nome é Laí, eu sou PM em uma startup chamada Joi. A gente tem um harness de AI, é uma startup americana e eu acho assim, eu sou a única pessoa de produto da empresa, a empresa ainda é super pequenininha, são só menos de 10 pessoas. E a gente tá nesse ponto em que eu tô fazendo o que, sei lá, há dois anos atrás era um time inteiro que fazia.
1:09:46E a gente tem alguns estagiários. Eu acho que a questão toda é que assim, eu tô sentindo e eu acho que essa é uma questão para para muita gente, né? Como treinar novas pessoas nesse mundo da AI, porque assim, é muito mais rápido eu pegar e fazer do que eu ensinar um estagiário a fazer. Eles são muito fluentes em AI, beleza? Nas ferramentas, em todos os conceitos, eles voam, mas eu acho que essa é meio que a parte fácil,
1:10:14né? Eu acho que a parte difícil é justamente a carga de experiência que a gente vai acumulando ao longo do tempo, que dá é muito do do que a gente tava falando aqui já antes, né? Tipo, ah, é muito como você vai conduzir aquilo e como você vai avaliar aquela resposta que aquela aquela ferramenta tá te dando. E menos do que, sei lá, pegar e sair fazendo qualquer coisa, qualquer não pode fazer, mas o que vai gerar depois vai ser tipo um slop e vai ser ruim, né? É isso.
1:10:43E aí assim, a sensação que eu tenho é treinar estagiário hoje para mim é quase que um que um trabalho voluntário. É quase assim, eu me sinto meio que fazendo uma filantropia porque não tá assim, o que tá me dando mais trabalho e tá sendo menos produtivo pra empresa do que não ter. Só que assim, as pessoas precisam ser treinadas, elas precisam evoluir, precisam começar de algum lugar. Então esse é o meu meu maior desafio atualmente. Não sei como é que vocês lidam com isso.
1:11:10Sem dúvida. É, até pedi o microfone para falar primeiro. Tem um vídeo super interessante, seó achar eu jogo o link lá na no grupo do WhatsApp que é de uma pessoa que tá falando que nós vivemos a última geração dos mestres. Por quê?
1:11:24Porque a IA eh tá substituindo muitos trabalhos de entrada, né? E as pessoas estão com dificuldade nessas posições de entrada, né? Então vai ser difícil que eh algumas, né, das pessoas que estão entrando agora, né, consiga eh ter essa troca mesmo humana, né, para poder ganhar estrada, experiência, né, eh, até porque a gente delega muito para Iá mesmo. Então, então é um é um baita desafio. Eu acho que isso tem é uma
1:11:54questão de de prioridade e cultura organizacional, né? Eh, e eu sou muito cético, assim, muito crítico quando as empresas, ah, não, agora a gente não precisa mais de um líder de produto, um líder de pessoas, agora o o cara que era diretor de produto vai voltar a ser staff, product manager, porque todo mundo é é contribuidor individual agora, sabe? Então, acho que é uma visão é de curto prazo assim, né? né? Quando quando as empresas pensam assim, porque a gente
1:12:22precisa continuar investindo em formar profissionais, né? E dentro das empresas em em ser um mentor, um coach, né? Isso isso vai continuar sendo, na minha opinião, a principal forma de, né, das pessoas eh crescerem profissionalmente e poderem usar a IA com proficiência e com os fundamentos necessários, né? Então, acho que o trabalho que você tá fazendo é super importante, né? Muitas vezes ele não é reconhecido, mas eu espero que você sinta pelo menos um pouquinho do reconhecimento aqui, pelo menos da minha
1:12:54Não é acho que e e é um desafio mesmo, cara, dos dois lados, né? Desafio para quem tá começando, fala: "Cara, como que eu vou aprender, não vou mandar i fazer aqui." É o que eu falei aqui no início, né? cara tem esse lance dele querer aprender da pessoa, querer aprender.
1:13:10Então ela precisa ser intencional nisso e da e de quem tá de fato demandando aquela aquela tarefa, que tá demandando aquela missão pra pessoa. Acho que no final das contas e a gente vai e eh a gente tá passando por isso já aconteceram algumas vezes no mundo quando teve a internet, o Google, né? A diferença que agora tá sendo muito rápido. Eh, não tem como prever o que que vai acontecer na prática. um pouco mais para frente, mas
1:13:40mas é isso. Acho que o a gente consegue fazer mais coisas, né? Pessoas que não só acordar, mas mais coisas assim. Então eh eh é ter por isso que o gargalo acaba sendo o que fazer, né?
1:13:55E aí, e a qualidade também é que sai do outro lado, porque fica tudo igual com aquela cara de AI que jeito.
1:14:04E e aí tem um ponto que é tipo as pessoas mais sniors, elas deveriam estar locadas em entender o que fazer, sabe? E ou aonde investir tempo. E aí você consegue ter mais escopo para as pessoas mais júniores terem estrada para correr, sabe? Uhum.
1:14:25Porque é difícil para caramba.
1:14:27Mas aí que tá é porque o o maior trabalho é esse. O maior trabalho é você saber o que fazer, planejar e estruturar isso, né? Essa é o maior trabalho, porque o resto se encurtou. Todo o trabalho que vai vem depois disso fez isso. Então assim, sim, aí você vai delegar isso, entendeu? né?
1:14:48Mas aí que entra o ponto, acho é uma discussão assim que não tem resposta mesmo, mas acho que você começa a a entender aonde, por onde ir, por onde olhar, de forma mais ampla, sabe? Cara, eu acho que vale a pena ir naquele caminho ali, mais ou menos. Vai, é, sacou? Você não vai até o final. É isso.
1:15:08Putz, eu tenho aqui, sei lá, link de pagamento. Eu tenho 10 segmentos que podem, que eu, pessoa mais sí de produto, entendi que faz sentido a gente investir. Pô, tem 10, tem cada pessoa vai olhar um segmento e vai adentrar naquilo enquanto eu vou estar pensando já em outra coisa. Então você vai, acho que numa a pessoa mais ca numa etapa um pouco menos um pouco mais e menos adiante, entendeu, no negócio e você consegue apostar mais. coisa que você
1:15:37não conseguia fazer antes, né? Eu acho que a gente se prende muito a modos operantes antigamente de ir até o fim das pessoas mais simples, né? Putz, eu para cada vou até o final até tá spec pronta pro desenvolvedor codar. Eh, mas se eu parar antes, abrir o leque um pouco mais e direcionar as pessoas, você pegar teu tempo e falar: "Cara, desafios aqui que talvez não é o mais latente agora, mas que pode ter uma oportunidade, pessoa vá nessa direção, né?" Aí você dá espaço
1:16:06pra galera andar. É um desafio de fato.
1:16:09Que eu posso fair a fila e compartilhar um pouco diferente. Pega um. Gente, desculpa foi fila, mas é muito do desafio que eu bebo hoje. Eh, meu time é muito júo, muito, muito, muito júo.
1:16:24Eh, então, muito do que eu tenho tentado fazer e não significa que tá no estado da arte, nem que eu resolvi, nem que é o que a gente resolver esse debate. Mas o que eu tento muito fazer é dar para eles uma plataforma ou é uma estrutura básica e padrões para que eles consigam eh alavancar em cada um dos times deles. Então, eh o que eu tenho
1:16:52olhado muito é muito mais assim qual que é o padrão de um PRD, qual que é o padrão de um spec driven, qual que é o padrão de uma review, qual que é o padrão de não sei o quê. Então eu tento olhar, aliás, uma parte do meu trabalho, além de fazer produto, tá sendo como que eu estruturo todo o product to kit para que essas pessoas sigam e tenham um padrão mais próximo do que eu faço, sabe? E com
1:17:20exemplos. Então, tipo, galera, olha, eu fiz esse PRD aqui, tipo, eu tenho esses elementos, tem essa lógica. Às vezes eu até compartilho o prompt que eu usei, falei: "Olha, eu usei esse prompt aqui, eu puxei dado X, Y de tal pesquisa do cliente, tipo, vai". Sabe? Então isso eu vejo que tá ajudando bastante a elevar um pouco o nível do time, porque às vezes eu não preciso corrigir o que eles fazem e às vezes eu não preciso entrar tanto no detalhe, mas vai setando um
1:17:49padrão entre os times que vai alavancando ele de todas essas fotos. Um outro exemplo assim e é pensando coisas muito de contexto, eh, eu, um devuíssimo assim, ele deitava destaco cheio de criates no gira e ele criou uma skill para criar tesques para ele e aí falar: "Aproveita, cria tesc aí pra gente criar, cria uma skill pra gente criar
1:18:16épico e uses também". E ele fez isso, vira, tipo, eu ajudei ele com template e a gente criou esse padrão para todos os times. Então agora os PM Juniors, eles já conseguem avaliar user stories, óbvio que com algum certo nível de revisão, mas acaba que não é tanto tanto do Z assim. Então, tudo isso para falar aqui, eu acho que as pessoas mais seniors
1:18:44estão sendo mais cada vez mais estruturantes a nível de padrão, de plataforma, de boas práticas, de qu ha rails, de segurança e etc.
1:18:56Eh, e as habilidades mudaram um pouco, né? Então, acho que a gente passa a deixar de ensinar a pessoa a construir alguma coisa e passa a ensinar a pessoa a entender. Então, ah, por que que o racional é esse da decisão? Ou como que a gente vai analisar se essa é uma boa decisão ou não, se esse documento tá completo ou não, etc. Então, acho que o ponto é ensinar de um jeito diferente.
1:19:22Eu acho que eu fui um pouco prolixa também, mas assim, eu tô nesse desafio e é complexo e tem muita coisa muito grande assim fazendo, mas é um pouquinho de onde eu tô encontrando um pouco mais de alívio assim.
1:19:34É, é super interessante. Obrigado por compartilhar. Acho que eh você falou do do Pro to Kit aí, né? Tem tem umas coisas que às vezes a gente acha, sei lá, caiu desuso, o pessoal, cara, visão de produto, a missão do time, princípios de produto, cara, são coisas que são fundamentais, são não é não é um negócio para botar na parede, na empresa, entendeu? Não é para botar no pitdeck pro investidor. São ferramentas
1:20:02de de comunicação e contexto que ajuda o time a tomar decisão, entendeu? Porque se a gente entendeu que o, né, a gente tem ali, sei lá, três, quatro princípios de como a gente constrói produto, né, cara, isso aí me ajuda a tomar decisão e acontece tanto paraa Iá quanto, né, para pros nossos profissionais mais júniores ali. Eh, e isso vai se entendendo, né, da, cara, quais são as decisões, escolhas estratégicas que a gente fez para esse trimestre, para esse ano, né,
1:20:29que apostas a gente tem aí, enfim, e por aí vai, né?
1:20:43Boa noite, beleza?
1:20:46Vinícius aqui na Estônia também. Vou mudar um pouquinho o assunto. Eh, acho que a gente tá num momento de muito entusiasmo com a assim, todo mundo deslumbrado.
1:20:56Uhum. todo mundo token maxing, tipo limites lá no alto. Eh, você já tem algum processo no seu workflow de de R, justificativa de de gasto assim, ó, tô gastando isso e tô produzindo aquilo? Você já vê alguma coisa desse tipo?
1:21:16Essa é a pergunta. E enquanto você estava falando sobre sobre internet, enfim, eu tava pensando, será que no futuro vai ser igual a internet, que se assumano não tem limite de gigas mais, né? Basicamente ninguém pensa em quantos gigas você consome. Espero que o futuro seja assim. Mas se não for, se já, cara, já tem algum algum processo aí semanal de, cara, gastei tanto token, produzir isso, isso, aquilo, equivalente a tantas horas que eu economizei, algo do tipo.
1:21:45É, cara, assim, pergunta importantíssima, até porque eu tô sou top um token da stone assim.
1:21:53E aí, o que que eu faço? I me ajuda aqui a brincadeira a montar o Roy. Mas o eh, cara, eu acho que a AI agora com todo esse lance do custo de token, ele torna mais evidente que a gente tem que ser dono do penel do que a gente toca. Assim, acelerou isso, sabe? Porque ninguém contava. Contar salário é mais difícil, né? É, putz, quantas faturas a gente não fez que certamente gastou muito mais
1:22:23dinheiro para fazer do que já deu na vida inteira dela. Eu já fiz um monte, assim, fiz que construir foi descontinuada e certamente não se pagou.
1:22:33Então acho que acho que essa essa discussão se acelera nesse sentido, tá?
1:22:38Eh, putz, todo mundo aqui se sente dono do penel do produto que toca ou se questiona todo dia, que resultado que eu trago pra companhia, o meu salário vale aqui dentro assim, sabe? Acho que acelerou um pouco dessa discussão e eh o lance do token. E não à toa lá fora se fala muito disso, assim, dono do PNEL, dono do PNEL, dono do PNEL.
1:23:03Então acho que eh não tem jeito. Agora o dinheiro ele tá ali, claro, para todo mundo. A gente eu consigo ver quanto você gasta estou consigo, você consegue ver quanto gastei também, né? E e antes disso ninguém sabia do teu celular, ninguém sabia sabe? Então acho que tá forçando a gente a fazer essa conta.
1:23:22Isso muda. Não necessariamente acho que a gente não vai fazer, O estudo que eu fiz ali e eh traz tanto de quanto de dinheiro. Acho que vai virar um bolo. Tudo que foi gasto em prol daquele produto, olhando o resultado que esse produto trouxe no final do ano, você coloca numa linha o token como uma linha do do do painel, sacou? Não muda nesse sentido, mas faz a
1:23:49gente ter que olhar cada vez mais.
1:23:52Acho que é, é só para complementar, acho bem interessante. Tempinho atrás, o CEO do Uber deu uma entrevista pro Nil Patel no no Decoder, no Thevert e ele falou: "Cara, não sei, tipo, a gente já gastou o budget de token do ano inteiro em um trimestre. Eu não sei dizer qual o o retorno do investimento disso, né?" Então, eh, esse acho que é um ponto assim, pessoalmente, eu acho que e a
1:24:21gente pensar, né, de novo, cada vez mais cabeça de negócio, porque acho que a maturidade do profissional de produtos é pensar cada vez mais em negócio, né, no que você tá gerando de impacto de valor assim. Então, ah, começar a entender, cara, quanto custa o meu time, né, tipo, né? né? Então, em algum momento, cara, né, na Click, eu sabia quanto custava o meu time e quando alguém chegava falou assim: "Ó, cara, tem um contrato aqui, cara, que a gente quer que você faça uma adaptação para esse cliente específico". Eu falei: "Ah,
1:24:49tá bom, qual o MRR X?" Não, cara, isso aí não paga, né? Não vale. E eu acho que falando de A especificamente, cara, eu sou um cara assim um pouco mais cético, acho, sabe?
1:25:02Eh, uso, a gente não tem como não usar, né? Eh, e aí tem dois pontos. Primeiro, em relação, né, ao ROY, eh, para mim é muito mais fácil falar de de experimentação, né, tipo, ah, cara, eu vou gastar tanto aqui, né, para criar um protótipo, para criar alguma coisa, um, né, um produto que eu posso colocar ali para evitar de, sei lá, investir seis sprints do meu time para construir um negócio gigante, sem saber exatamente.
1:25:31Então, acho que, né, falando de experimentação, talvez seja um caminho mais fácil. né, para pensar em termos de retorno do investimento, né? E e o outro, assim, eu acho que eh a gente tá vendo o custo, né, dessas ferramentas, ela ele tá aumentando, né? Eh, e eu não não acredito, cara, olhando o panorama macroeconômico assim de, né, custo de memória RAM, custo de Não acredito que
1:26:00isso vai que isso vai mudar no curto prazo. Pode ser que no longo no longo prazo, médio prazo isso mude, mas eu acho que o custo dessas ferramentas vai ser cada vez mais caro. Então você já vê muita gente, não, token maxim, cara, não é por aí, né? né? Então acho que acho que é isso, assim, eu tenho um acho que um olhar eh talvez um pouco mais mais cético.
1:26:24Scor, bom, já me conhece, então vou me apresentar para cá. Eh, boa noite, meu nome é Víor, eu sou produto designer e produ naeducação. Tô com um pezinho no builder ali, quase chegando lá. Eh, você trouxe aí que o custo para se construir, ele tá muito mais baixo agora. tá muito fácil qualquer aluno construir, isso vale para todo mundo dentro de uma empresa.
1:26:49E com isso eu vejo que cresceu muito a expectativa, porque tudo se acelerou, inclusive a expectativa, né? Então é muito fácil chegar numa segunda-feira e o se da empresa simplesmente falar para você construir uma coisa de forma simples fácil porque ele fez no final de semana. Só que o produto tem todo um contexto que ele não tem e ele não ele não sabe o quanto é difícil construir. É, e com isso eu vejo que essa expectativa ela tá atropelando um monte de coisas, processo
1:27:18aí, suas hipóteses, map, tudo você constrói dentro do seu contexto às vezes é atropelado porque o efeito ipo, né, eh, as pessoas mais importantes dentro da empresa, muitas vezes elas eh fazem uso desse poder para comandar, né? E aí, naturalmente a gente acaba tendo o nosso trabalho ficando em cheque. Muitas vezes a gente não consegue validar com o usuário, a gente não consegue fazer as coisas da forma como a gente acredita.
1:27:47Eu queria um pouquinho da sua percepção sobre como que a gente pode lidar com esse ambiente, né, de não perder nosso nosso valor e nossa autonomia enquanto pessoas de eh produto, não só produto, né, mas todo mundo que tá envolvido ali no eh no escopo como um todo. Pô, muit muito bom. É muito bom ter essa tipo de troca, né? Porque assim, a gente não vai ter resposta para nada assim.
1:28:10Eh, e cara, a Ia ela infla tudo, né? Ela só deixa as coisas mais na nossa cara, mano. Esse problema sempre existiu. Ah, quem nunca tomou uma entubada ali de, cara, tem que fazer esse negócio porque eu quero que você faça só ganha força. Sempre existiu, né? Só que aí ganha uma força muito grande. É.
1:28:33É, eu acho que é assim, isso depende muito da cultura organizacional, da onde você tá. É, é, é, eu também não consigo falar tanto porque eu trabalhei na história minha vida inteira, acho que não falei isso aqui, é sobre outras empresas e tal, mas acho que quanto mais embasado você tá de fato, eh, no final das contas o CEO ele quer ganhar, lucrar, né, fazer que empresa dê certo.
1:28:58Então, e essa torre de babel cai em algum momento assim, pode ser que a gente sofra no início, a gente faça um negócio que não faz sentido, aí faz outro que não faz sentido e aí a pessoa vai perceber que, putz, pera aí, não tá indo no caminho certo, óbvio, né? Eh, mas é isso. Acho que o lance é você se precaver, cara, eh, estando, tendo embasamento muito forte do que da voz do cliente, da dor que tá resolvendo.
1:29:23Acho que a gente a gente deixa, né, nós mesmos tomamos decisões no dia a dia muitas vezes que não tá 100% ali, talvez 40% seja a voz na nossa cabeça, assim, acho que o lance é você cada vez estar mais baseado na voz do cliente, na dor do cliente, nos dados que você tem. É, é o escudo que a gente tem, só que não é escudo infalível. vai passar, não adianta, você vai sofrer.
1:29:50É porque você falou da validação, aí fica te validando o tempo inteiro e obviamente isso acontece com todo mundo também. Então, muitas pessoas acabam ficando eh resistentes a ouvir o próximo, justamente porque ela já tá envzada ali com a resposta da IA. Eh, e aí eu acho que isso acaba se criando um sistema mais difícil da gente ser ouvido, mesmo que a gente tenha todo esse contexto e tudo mais, mas eu acho que realmente é algo que a gente precisa aprender a lidar com esse novo mundo.
1:30:19Eh, e não sei, assim, eu acho que a gente deveria só de alguma forma priorizar algumas coisas, né? Tem que ter, são coisas essenciais ali que uma pessoa de produto não pode deixar passar de forma alguma, como por exemplo, viu o cliente, o usuário, né? É, quem tá ali na outra ponta que vai fazer o uso do seu produto, porque no fim das contas a gente constrói produto para pessoas, não para Exato.
1:30:45É, vou vou fazer couro aqui primeiro com Menezes, assim dizer, cara, que você eh tem que tem que entender mesmo a dor do teu cliente, tem que ter as evidências, né, cara, tipo os dados, as evidências, porque isso isso fala muito alto, né?
1:31:00Eh, obviamente que tem culturas organizacionais onde nada disso importa, né? Eh, pessoalmente já trabalhei em diversas culturas e trabalhei, cara, para uma empresa onde o CEO era um cara muito ativo, assim, um cara que queria participar do processo, né? Eh, e foi um super desafio para mim eh incluir ele como, né, quando, até que ponto, né? Eh, mas eu acho que eh
1:31:27no fim a gente, né, tem que tá alinhado com o objetivo ali, que é o que é o valor pro negócio, né? Então, quando vem uma coisa assim, cara, né, sempre penso assim, cara, por que, né? E aí vem lá os os cinco porquês, né, tipo, pra gente tentar entender, cara, da onde que tá vindo aquela ideia, né, da onde que tá vindo aquela intuição, né? E às vezes, cara, sei lá, pessoalmente, assim, vezes que eu, tipo, calcei as sandálas da humildade, entendeu? Falei: "Pô, o cara tá fazendo isso aqui há 8 anos, nesse segmento eu cheguei aqui a se meses, tá
1:31:57bom, vamos fazer, vamos ver o que acontece, né?" E e às vezes você compra um pouco de boa vontade também com isso, cara, sabe? Tipo, compra uma boa vontade ali, faz, mede e fala assim: "Pô, ó, não deu certo, né? De repente, da próxima vez, quando você apresentar uma evidência, você vai ser ouvido."
1:32:12Sim. Tem um um uma coisa que é, tô refletindo agora enquanto a gente tá conversando, acho que a cultura de experimentação ela ganha muita força assim. Ah, como que você faz rápido para entender se aquilo faz sentido ou não faz? Sabe?
1:32:29Da forma mais simples e mais rápida possível. Não, aquele MVP troglodita que a gente adora fazer, que MVP quer ver 3 já. É, né? Mas como que você faz? E cara, é difícil para caramba. Como você pensa de alguma forma de comprovar ou não aquela hipótese, botar aquela hipótese pro jogo, entendeu? Eh, então acho que entra muito nisso. Experimentar fica muito mais fácil.
1:32:52É o o pessoal lá do do Silicon Valley Product Group, né, do curso lá de Nova York, eles falam que no vale do silício a média assim, pô, uma squad que faz seis experimentos por semana, tá OK?
1:33:05Seis experimentos por semana, isso aí ano passado, antes do do cloud 4.6, entendeu? Então assim, eh eh isso também nos força, cara, pensar em experimentação e botar para cliente usar, entender, enfim. E e é um puzzle difícil pra câmera de fazer.
1:33:28Posso só complementar ainda desse assunto?
1:33:31Eh, que para mim esse é um tópico super interessante, tá? Porque eles barram acho que uma das principais skills que ao meu ver o PM precisa ter, que é negociação assim.
1:33:40Uhum. E para ser ter negociação, você precisa estar muito bem basado no seu contexto, muito confiante no seu contexto, porque cara, foi o que o Pedro falou, assim, isso acontece desde sempre. Quem nunca recebeu um top down, tipo, vai fazer isso porque eu acredito que vai dar certo para favor. E essa cultura da experimentação, que eu concordo contigo que tá muito forte, ela tá forte até lá para cima, assim, da galera mesmo já criar, experimentar, te entregar, quero que vocês executem isso aí e pronto, acabou. E aí eu acho que essa negociação, eu já passei por isso
1:34:09algumas vezes na minha vida, ela engloba também você apresentar risco. Acho que primeiro, antes de tudo, né? Não envezar, não virar o nariz, eu acho que de cara, porque às vezes só isso acontece, né? Bem de cima, você já fica, hum, adorei, fulando qu já sabe que você já vai pedir alguma coisa bolante. Acho que não enzar, porque podem surgir realmente ideias boas que você nunca pensou e ótimo, vamos botar no bolso e e beleza.
1:34:34Mas do contrário, que é raro, mas acontece com frequência é se embasar nos riscos e mostrar isso também. falar, cara, super interessante. Porém tem isso, isso, isso, isso, isso. Isso bem documentado, acho que bem acordado, de novo, assim, já aconteceu comigo. Ou vai fazer a pessoa mudar de ideia e falar: "Puta, realmente vamos botar isso numa gaveta, vamos a famosa frase, né? Vamos amadurecer melhor". E aí a gente volta a conversar, acontece ou ou comprar, né?
1:35:02Ou do outro viés fala assim: "Não, beleza, legal os nichos, mas vamos fazer". E aí quando dá errado ou não dá o sucesso que era pretendido, tudo tava já documentado e acordado, sabe? Então acho que negociação é cara fundamental nesse nesse momento assim. E eu acho que tem também a questão de, né?
1:35:20É isso, da negociação do diálogo, que é também sobre assim, tá? Eh, você entende que se a gente fizer isso agora, a gente vai perder o foco aqui, vai, né? Não vai entregar aquilo, isso é mais importante do que aquilo, né? Por que a gente acredita que isso é mais importante do que aquilo? Então, acho que é uma realmente uma unidade fundamental mesmo, né? E acho que essa essa troca transparente, né? Eh, e é isso. Muitas vezes é não.
1:35:48Sim, sim, mas não agora. É, então é isso.
1:35:54E aí, dá para fazer mais um? Beleza, beleza.
1:35:57Só, só uma coisa só vou pedir pra gente ir encaminhando pr essa ser a última e depois a gente continua depois por causa do horário, tá?
1:36:16Eh, deixa eu ver se Oi, oi.
1:36:23Oi, oi. Agora eh, boa noite, gente. Eu sou o Cadu. Eu sou poo atualmente na na Idux e eu acabo trabalhando muito na área de captação.
1:36:37Lá nós temos um viés muito envergado também paraa inteligência artificial. E até entrando aqui muito nesse veio que nós estávamos comentando sobre experimentação, lá nós experimentamos bastante, justamente porque o meu time é muito voltado pra captação, para captar novos clientes, captar novos alunos pro pras nossas marcas. totalmente trabalho com quatro marcas, que é todas as marcas dentro da quem não sabe é BMC, Domed e
1:37:09E pensando nisso, nós acabamos tendo sempre muitos experimentos para ver o que que a gente consegue captar mais, o que que a gente consegue trazer mais clientes, trazer mais alunos, o que que nós conseguimos tornar mais atrativo para esses alunos. E pensando nisso, eu acabei tomando muita frente de, pô, vou desenvolver novas coisas e acabei me tornando muito um poo builder, vamos botar assim.
1:37:33Só que eu acabei esbarrando num ponto que é a mantenidade, manutenção, tudo isso do próprio sistema. E eu acho que com essa aceleração toda do das nossas experimentações, dos nossos desenvolvimentos, das nossas criações ali cada vez mais independentes do time de desenvolvimento, cada vez mais independente de todo um entre aspas contexto humano,
1:38:01eh a gente acaba esbarrando muito nessa questão de manutenção e e sustentação dos nossos sistemas, porque nós acabamos seguindo muito muito por essa nova experimentação. E eu queria pedir uma indicação de vocês de como tentar diminuir toda essa essa alimentação e esse problema dentro da da manutenção dos sistemas com toda essa experimentação, tudo isso, justamente porque a intenção é conseguir reduzir qualquer tipo de atritos e lançar logo
1:38:30aquele produto, tornar cada vez mais acessível ali pro usuário de forma mais rápida. E eu queria pedir a ajuda de vocês com relação a isso.
1:38:38Boa. Acho que bate um pouco no, eu trouxe um slide breve ali, né, do Spec Driven Development. Eh, e dá pra gente conversar ali comendo salgadinho.
1:38:48Eh, eh, a primeira coisa que eu fiz de, vou entrar nesse ponto que a primeira coisa que eu fiz de AI pra companhia é o Vibe Flow, que é um plugin de Spectri Development quando no cloud, no Codex, tal, que eu usava em casa para fazer meu appinho financeiro, porque, pô, fui dev já, então eu pensava, pô, tô fazendo, mas meu irmão pode querer usar também, outras pessoas também, então deixa fazer um negócio que eu entenda mais ou menos ali. E aí, e foi muito legal porque a gente
1:39:16experimentou, a gente usou esse viol e agora tem diversos times de tecnologia tecnologia usando, é, em produtos reais aqui, cara. O aplicativo da Stone, a gente fez feature nova, o produto que o Ian toca hoje, eh, que a gente tá experimentando, inclusive foi feito usando esse spec Driven Development. E e e acho que entra muito nesse lance do contexto de fato, que é se e aí a gente conversa no detalhe ali, mas se você der
1:39:44o contexto de como aquele sistema, enfim, que você tá construindo em cima, ele foi arquitetado, como que é a arquitetura dele, quais são os padrões de desenvolvimento dele, sacou? e eh de todos os âmbitos, os patterns ali que a gente fala, cara, a Ei tende a fazer de uma forma coesa que não só você, mas como a próximo agente que você abra ali ou um desenvolvedor consiga arrumar, não tem diferença, tá? Eu acho que o problema maior é que era a agonia que eu
1:40:12tinha antes de eu construir o vibe flow era eu não conseguia sair conversando com o chat pedindo para ele fazer uma fit xpto. Pô, fal, cara, ele vai sair fazendo, pode até aparecer a fat ali, mas o que que tá por trás? Meu Deus do céu. E aí esse lance do Spec Development que tem do Git, Specit, tem alguns aí que rodam e que que existem e eh eles servem para isso, para que de fato a AI desenvolva como um desenvolvedor que conhece aquele código. E a manutenção
1:40:41fica muito mais fácil porque segue o padrão. desenvolver o código do do o código que do produto que o Ian toca hoje aqui na Stone que que a gente tá experimentando. Cara, ele é igual a de qualquer outro produto do nosso aplicativo, igual link de pagamento, igual TEAP, segue os mesmos padrões, ninguém diz que foi aí que desenvolveu e isso faz com que seja mais fácil de dar manutenção também, tá? Mas a gente conversa um pouquinho mais no detalhe sobre isso. Ah, eu acho que dois dois pontos rápidos assim, um é como a gente falou,
1:41:11fundamentos, né, de bom geramento de produto. Isso vale pra experimentação também, né, cara? Eh, será que esses experimentos que eu tô rodando agora, eles estão conflitando, estão contaminando um resultado um do outro, né? São coisas assim que eu acho que, né, certamente eh a IA pode ajudar você a fazer com que esses experimentos sejam mais assertivos nesse sentido. E o segundo ponto, não sei, talvez essa seja uma resposta meio old school, meio 5 anos atrás, assim, pô, tem um monte de
1:41:40plataforma por aí que gerencia experimentos, entendeu, cara? Se você, né, talvez contratar uma plataforma e implementar uma plataforma, né, que seja tenha com ajuda da IA, talvez seja mais interessante em termos de escalabilidade, né, do da tua experimentação do que eh codar uma coisa do zero.
1:42:01Boa, gente. Vamos eh deixa eu só passar aqui aí. Eh, bom, primeiro, quem quiser palestrar, trocar a ideia aqui e compartilhar um pouquinho o conhecimento, eh, é só entrar em contato com a gente através do CRCE ou lá no grupo do WhatsApp, né? a gente tá eh começando a pensar no próximo já, mas é isso, super, vai ser um super
1:42:30prazer. É, segundo, quem quiser aí levar, né, o product para pr dentro das suas empresas, né, para ajudar com um apoio, alguma coisa assim, patrocinar a gente também, eh, por favor, é super importante, porque isso eh, realmente é um trabalho voluntário e gratuito. E a gente até vou aproveitar para dizer que, né, hoje a gente não conseguiu um apoio,
1:42:57então é o cof, né, a gente tá a gente tá tá pagando o nosso bolso. Então tem um QRcodezinho ali, quem quiser, puder contribuir com a gente, é, de forma totalmente voluntária, claro, é só chegar ali no fundo e contribuir. Gente, eh, por último, deem feedback pra gente.
1:43:18Eh, sempre legal. Eh, acho que a gente tentou dessa vez eh fazer um formato que combina a palestra com uma troca de ideia aqui, né, junto comigo e com o Menezes, eh, de forma muito generosa também topou sentar aqui e ser provocado.
1:43:36É, então, eh, deem feedback pra gente.
1:43:39Eh, e é isso, gente. Muito obrigado. É, por todo mundo tá aqui. Vamos tirar uma foto. É isso. Ah, vamos fazer, a gente pode fazer o vídeo, né? Calma aí. Fazer os dois. Vamos tirar uma foto e fazer um vídeo. É. E antes da gente ir pro pro nosso cofre só menos, posso finalizar um negocinho rápido aí, galera, só para não reforçar, cara, a gente tá vivendo um momento de muito diferente assim na nossa carreira, cara, e de muitas inseguranças também, né? muita coisa
1:44:08mudando e acho que o que sustenta e faz a gente ter um pouquinho mais de de usar isso para motivar também e ter um pouco mais de calma nesse momento, é tá junto.
1:44:17É isso aqui, esse tipo de espaço é compartilhar conhecimento, est junto, é entender como que tá rolando. Ninguém nãoamente a gente vai ter resposta, acho que a gente não respondeu assim assertivamente nada aqui, porque a gente não sabe, mas estamos todos no mesmo lugar. Eh, e pô, obrigadaço assim pelo convite e obrigado por proporcionarem também esse espaço pra gente trocar, tá bom? Valeu,